Mapa de risco e qualidade
Casos de uso, modos de falha, dimensões, severidade, cobertura atual e prioridades de controle.
Projetamos sistemas de avaliação para LLMs, RAG e agentes. Casos reais, métricas por dimensão, testes adversariais e observabilidade convergem em critérios explícitos para aprovar, suspender ou reverter uma versão.
Sistemas generativos variam por entrada, modelo, contexto e ferramenta. Um conjunto fixo de demonstrações não revela a distribuição das falhas nem protege a próxima versão.
O projeto pode começar por um diagnóstico ou chegar à integração completa no processo de lançamento.
Casos de uso, modos de falha, dimensões, severidade, cobertura atual e prioridades de controle.
Casos representativos, difíceis e adversariais, com proveniência, versão e critério esperado.
Testes de esquema, regras determinísticas, juízes, agregação e decisão de promoção ou bloqueio.
Rastros de execução, indicadores, alertas, amostragem de produção e procedimento para investigar e incorporar falhas.
A avaliação não termina com uma referência inicial. O sistema precisa transformar evidências da produção em novos casos de teste.
Registrar entradas, saídas, ferramentas, latência, custo e sinais de resultado sem registrar dados além do necessário.
Agrupar falhas, medir severidade, identificar lacunas e selecionar casos que representam risco recorrente.
Transformar os casos em verificações, juízes e políticas de decisão reproduzíveis.
Executar no CI e na produção, bloquear regressões e atualizar o banco quando o sistema ou o uso mudar.
Pode ser útil quando a tarefa exige julgamento semântico, mas precisa ser validado contra exemplos rotulados e combinado com verificações determinísticas sempre que possível.
O escopo pode mapear riscos e controles a referências públicas adequadas, como OWASP para aplicações com LLM, sem tratar checklist genérico como substituto da análise do sistema real.
Não para começar. É possível montar uma base inicial com especificações, registros disponíveis, testes adversariais e revisão especializada. A produção depois amplia e recalibra essa base.
Descreva o sistema, quem usa, quais ações ele executa e o impacto de uma resposta errada. O diagnóstico começa pelos riscos que merecem se tornar critérios de bloqueio.